
O que um político, uma cantora e um dos maiores jogadores de futebol da história têm em comum? Os três passaram por uma cirurgia para colocar prótese de quadril. Mas os motivos, as dificuldades e a recuperação de cada um tiveram suas particularidades.
Lula: artrose e cirurgia para tratar a dor
Lula sofria com artrose no quadril direito, um desgaste da articulação que provocava dores persistentes. Em setembro de 2023, passou por uma artroplastia total de quadril, cirurgia que substitui as partes comprometidas da articulação por uma prótese.
A recuperação inicial teve boa evolução. Ainda no hospital, ele caminhou, subiu e desceu escadas com assistência fisioterapêutica. Recebeu alta dois dias após a cirurgia e continuou a reabilitação na residência oficial, com acompanhamento da equipe de saúde. Fontes: boletim sobre a mobilidade após a cirurgia e alta hospitalar e continuidade da reabilitação.
Madonna: dores intensas que afetavam os movimentos no palco
Durante a turnê Madame X, Madonna relatou dores intensas e dificuldade para se movimentar, chegando a mancar durante as apresentações. No fim de 2020, passou por uma cirurgia de substituição do quadril.
Em 2021, a cantora confirmou o procedimento e falou sobre sua disposição para continuar se exercitando. Entretanto, o relato público não detalhou o diagnóstico que levou à cirurgia nem o protocolo de reabilitação. Por isso, não é possível atribuir sua recuperação a uma técnica específica ou afirmar que ela ficou completamente sem dor. Fonte: relato de Madonna sobre a cirurgia.
Pelé: artrose, prótese e uma recuperação com dificuldades
Pelé tinha artrose no quadril, com desconforto que passou a prejudicar atividades como caminhar e jogar tênis. Em novembro de 2012, recebeu uma prótese total de quadril. A cirurgia foi inicialmente descrita como bem-sucedida, e ele recebeu alta para continuar a recuperação. Fonte: alta e explicação da equipe médica em 2012.
Nos anos seguintes, porém, continuou enfrentando dificuldades. Em dezembro de 2015, passou por uma cirurgia reparadora no encaixe da prótese, em Nova York, seguida de fisioterapia. Em abril de 2016, relatou melhora da dor, mas ainda precisava de apoio para caminhar. Seu caso mostra que alívio da dor e recuperação da mobilidade nem sempre acontecem no mesmo ritmo. Fontes: cirurgia reparadora e fisioterapia e relato de Pelé após o procedimento.
Cada paciente tem uma trajetória
Essas histórias ajudam a entender por que não devemos comparar recuperações apenas pelo nome da cirurgia. Mesmo entre pessoas conhecidas, os resultados divulgados e as dificuldades foram diferentes.
Na Ortocenter Teresina, valorizamos a avaliação individualizada e o acompanhamento da recuperação, com atenção ao que a dor impede cada paciente de fazer.
Quando caminhar, sair de casa ou realizar tarefas simples começa a ficar difícil, essa limitação merece atenção. Recuperar movimento também significa cuidar da autonomia.
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